sábado, 18 de junho de 2016

RESENHA  DE  CDS-5

   Olá pessoal! Vou fazer hoje uma resenha do Hammerfall, vou emendar logo três cds que eu tenho da banda.
   Na minha modesta opinião, o Hammerfall junto com o Iron Maiden e Blind Guardian são as três bandas responsáveis pelo formato do estilo que nós denominamos "heavy metal" hoje em dia, aperfeiçoado no final dos anos 80 e início dos anos 90. Antes disso, só tinham hippies como o Led Zeppeling carregados do estilo anos 60, um rockizinho bobinho do Rolling Stones, algumas bandas com toque de blues e muitos adeptos do estilo hard rock, nó máximo. Graças as três já citadas, o metal pode surgir, não querendo menosprezar as anteriores que pavimentaram o caminho, mas era necessário dar um salto, muitas bandas daquela época continuam aí até hoje, não mudaram nada e tem quem goste ainda(cada um é cada um, mas eu não curto elas). O formato "heavy metal" era algo diferente do rock básico, os vocalistas eram mais técnicos, as melodias mais elaboradas, algum toque de música clássica e corais davam um ar grandioso a esse estilo que veio a se desdobrar em outros sub-gêneros nos anos recentes. Bem, vamos ao Hammerfall então.
   Formado em 1993 na Suécia, o Hammerfall conta com Joakim Cans no vocal(até hoje) e tem como um dos temas recorrentes os Templários, mas falam de muitos assuntos nas letras. É classificada como powermetal, mas pra mim tá mais pra um heavy metal tradicional. O mascote da banda é um guerreiro chamado "Hector" ostentando um martelo, que está em todas as capas. Vou começar pelo álbum Renegade de 2000 que eu tenho, mas recomendo os anteriores também.
    Começa com "Templars Of Stell" que soa épico mas não é rápida. "Keep The Flame Burning" tem mais velocidade nas guitarras. "Renegade" pra mim um dos clássicos indispensáveis da banda. "Living In Victory" é a minha preferida desse cd. "Alwais Will Be" quebra o ritmo por ser uma baladinha. "The Way Of The Warior" é boa mas nada demais. "Destined For Glory" é boa. "The Champion" também mantém o nível alto. "Raise The Hammer" é instrumental e o caboclo mostra seu talento na guitarra. "A Legend Reborn" termina com ritmo leve. Na minha opinião é um álbum indispensável pros adeptos do metal. Vamos agora pra um cd composto de canções gravadas de shows, vou apenas destacar as mais notáveis daí que ao vivo ganham um toque especial:
   A abertura "Lore Of The Arcane" é instrumental e muito bonita. "Riders Of Storm" é boa. "Stone Cold" me chamou atenção. "Legacy Of Kings" é marcante. "The Unforgivin Blade" é das boas. "Renegade" não podia faltar com seu tradicional som de motor de motocicleta no início. "Templars Of Steel" boa. "Hearts On Fire" das antigas, legal. Essas foram as que eu mais gostei, ficaram legais ao vivo. Agora "No Sacrifice, No Victory" de 2009:

   Bela capa, bela arte! Vou falar só das que se destacaram pra mim. "Punish And Enslave" lembra as boas e clássicas da banda, é um bom exemplo do estilo deles. "Legion" é show! Só demora uns minutinhos antes de começar, com esse teatrinho da voz de demônio(referência ao episódio bíblico em que Jesus expulsa os demônios que dizem que se chamam Legião por serem muitos). "Between Two Words" é uma balada, mas é das boas, gostei dela. "Hallow Be My Name" mantém o bom nível. "No Sacrifice, No Victory" é boa. "One Of A Kind" é das mais marcantes. O que temos nesse cd é o Hammerfall de sempre, porém eu achei as músicas com um nível de agressividade um pouco acima do que é normalmente, menos "-ÔÔÔÔÔ" e menos tendência clássica. Com isso as músicas aqui são mais agressivas, diretas e com menos enrolação. O cd (r)Evolition de 2014, que eu tenho, foi muito elogiado pela crítica que disse que é um retorno ao metal tradicional, mas eu achei ele meio estagnado, pouca coisa se destacou lá na minha opinião, faltou a agressividade do No Sacrifice, No Victory. Bem, é isso por enquanto, até mais!
 

Nenhum comentário:

Postar um comentário