quarta-feira, 26 de setembro de 2018

RESENHA  DE  CDS-40

   Olá pessoal! Já um tempo eu não postava nada novo por aqui, mas, encontrei alguns assuntos que cabem no perfil desse blog, vou voltar a produzir conteúdo por aqui. Nesse post vou fazer a resenha do álbum de uma banda que tenho ouvido bastante nos últimos tempos o Black Majesty.
   Antes da resenha, um pouco sobre a banda: Black Majesty é uma banda de Power Metal da Austrália. Eu não conheço o ambiente do rock australiano, mas, creio que a banda mais famosa da Austrália seja o AC/DC, porém, sei que tem outras boas como o Pegazus de Power Metal. O Black Majesty foi formado em 2001 entre os membros fundadores consta Cory Betts ex-baixista do Pegazus. O vocalista que está até hoje é John Gio Cavaliere, ele tem uma voz muito boa para o estilo power metal e metal melódico em geral. Após o lançamento de sua demo com apenas três faixas, eles assinaram contrato com a gravadora alemã LMP Records para produzirem cinco álbuns. O primeiro é "Sands of Time" de 2002, o segundo "Silent Company" de 2005, o terceiro "Tomorrowland" de 2007, o quarto "In Your Honour" de 2010, o quarto "Stargazer" de 2012. Em 2015 lançaram "Cross of Thorns" e em 2018 "Children of the Abiss". O único que eu não tenho é o "Children of the Abiss" mas os outros recomendo todos, excelente power metal. Nesse post vou fazer a resenha de "Stargazer" essa é a capa;

   Essa mulher da capa é tipo o mascote da banda e costuma aparecer nas ilustrações dos álbuns ela usa símbolos relacionados a constelação de leão. Começa com "Falling" ela tem um som de sintetizadores no começo e depois entram as guitarras e o vocal de Gio cadenciado, mas, não é uma música leve, logo entra mais peso e belos arranjos além de um bom solo de guitarra no meio, deve agradar aos fãs do Gamma Ray. "Lost Horizon" já começa com riffs bacanas, boa também. "Voice of Chage" é um pouco mais agitada do que as anteriores. "Killing Hand" já começa bem envolvente e no refrão Gio manda muito bem, o solo de guitarra dela é dos melhores. "Journey of the Soul" começa excelente essa é uma das minhas favoritas desse álbum. "Holy Killers" segue o ritmo da anterior, ótima. "Symphony of Death" começa bem lenta só com o vocal de Gio acompanhado de teclado mas quando chega próximo do refrão ela ganha proporções épicas! Tem um refrão muito bacana. É a minha preferida do Black Majesty. "Edge of the World" começa com riffs bem rápidos e tem um ritmo mais veloz que as demais, boa. "Stargazer" tem um refrão que lembra mais algo de metal melódico do que power metal, das boas também. "Shine" encerra o álbum, é uma baladinha só com o vocal de Gio e o som de violão. Melhor forma de encerrar esse trabalho não poderia haver! Maravilhosa balada.
   Encerrando, o Black Majesty é uma baita banda, só não ouvi o álbum mais recente, mas, certamente a banda como um todo vai agradar a quem gosta de Gamma Ray, Stratovarios e fãs de power metal e metal sinfônico em geral, altamente recomendada.       

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